Seguro viagem deixou de ser um item opcional para se tornar parte do planejamento básico de qualquer viagem internacional. As buscas por esse termo cresceram cerca de 60% no Brasil nos últimos anos, segundo levantamento do próprio Google, o que mostra que cada vez mais viajantes pesquisam antes de embarcar em vez de resolver isso na última hora.

Cobertura mínima por destino

Para entrar em qualquer país da área Schengen, na Europa, a exigência oficial é de cobertura mínima de 30 mil euros em despesas médicas e hospitalares, e o comprovante costuma ser pedido no visto ou na imigração. Para Argentina e Chile não existe exigência formal de seguro na entrada, mas isso não reduz o risco: uma emergência médica sem cobertura nesses países pode custar o equivalente ao valor de toda a viagem. Já nos Estados Unidos, onde uma consulta médica simples pode passar de mil dólares, o seguro é o item que qualquer agente de viagens experiente recomenda sem hesitar, mesmo sem exigência de visto para comprová-lo.

Como calcular o valor certo

O preço do seguro varia principalmente por três fatores: duração da viagem, idade de quem viaja e valor de cobertura contratado. Viagens de duas semanas para a Europa com cobertura de 60 mil euros custam mais que o mínimo exigido, mas oferecem uma margem de segurança maior em caso de internação ou repatriação. Para grupos familiares com idosos, vale sempre revisar se há sublimite específico para doenças pré-existentes, ponto que muita gente só descobre tarde demais.

Seguro incluso no pacote

Na Bagagem Extra, o seguro entra como parte do fechamento do pacote, calculado conforme o tempo de viagem e o perfil de quem viaja, para que a única surpresa da viagem seja um pôr do sol inesquecível e não uma ligação para a seguradora.